Não deixe o verso sofrer,
Não deixe o verso calar,
A vida é feita de versos
E lágrimas para secar.
Quando eu não puder escrever mais uma linha,
Quando estes meus olhos não consigam aguentar
Tecer uns versos, oriundos da alma:
O meu triste destino... entrego a quem mereça amar.
Eu vou ficar, por esta vida vagueando,
Na música (me) refugiando,
No Jazz Festival.
Antes de me despedir,
Deixo ao poeta mais novo
O meu apelo final:
Não deixe o verso sofrer,
Não deixe o verso calar,
A vida é feita de versos
E lágrimas para secar.
(*) Inspirado e respeitando a métrica da música interpretada pela “Eterna Marrom” da MPB, Alcione, “Não Deixe o Samba Morrer”

Para bom entendedor meia palavra basta ;-)
Clique em cima da linha seguinte:
Olhares da Chris, prenda minha
Obrigado Chris pela atenção e carinho

Uma paixão antiga de Pássaro Distante, que lamenta, uma vez mais, a sua ausência na Ilha da Madeira.
No existe un momento del dia
En que pueda apartarte de mi
El mundo parece distinto
Cuando no estas junto a mi
No hay bella melodia
En que no surjas tu
Ni yo quiero escucharla
Si no la escuchas tu
Es que te has convertido
En parte de mi alma
Ya nada me consuela
Si no estas tu tambien
Mas alla de tus labios
Del sol y las estrellas
Contigo en la distancia
Amada mio estoy
Recebi um e-mail que passo a transcrever:
"Este e-mail contém uma petição que visa quebrar a injustiça do relacionamento entre Bancos e Clientes e, por outro lado, a equiparação tributária de particulares a empresa, quando ambos são tributados 20% sobre os juros das poupanças a prazo, sendo certo que a capacidade financeira de uns e de outros é, em princípio, manifestamente diferente.
E todos aprendemos que não se deve tratar de forma igual aquilo que não o seja.
Se concordar com a petição em anexo, segue,por favor, os passos seguintes:
1. Faça "copy & paste" do texto da petição no seguinte link: http://www.parlamento.pt/peticoes/formulario.aspx
2. Preencha os seus dados pessoais nessa página.
3. Reencaminha este e-mail para o primeiro subscritor da petição, cujo endereço de e-mail é o seguinte: democraciactiva@gmail.com
Assim se saberá quantos aderiram à ideia.
4. Difunda estes passos pelo seu círculo de amigos e conhecidos.
Vamos tentar, com pequenos passos como este, moralizar este País, de modo a que esta "III República" não continue a ser, perdoem a expressão, a "chula" da Democracia.
O mais fácil será o comodismo de nada fazer (laisser-faire, laissez-passer?) para delícia dos nossos políticos... Por isso não custa nada tentar."
TEXTO DA PETIÇÃO
Assunto: Isenção de tributação, em sede de IRS, para poupanças realizadas por particulares; e aplicação da Indexante Euribor aos empréstimos concedidos pelos particulares às próprias Instituições Financeiras
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República,
O signatário vem, pela presente, requerer a V. Exa. se digne proceder à apreciação parlamentar e subsequente votação favorável da presente petição, nos termos, considerandos e com os fundamentos seguintes:
1. Os níveis de poupança das famílias portuguesa estão aquém do que seria salutar numa economia dita de mercado.
2. A postura, activa e passiva, sedimentada na nossa economia tem privilegiado o consumo e subjacente o acesso fácil ao crédito, numa total desresponsabilização social, pública e bancária.
3. Os salários baixos, a maioria dos quais, sem aumentos anuais que, pelo menos, acompanhem a taxa de inflação, tem condicionado a propensão para a poupança e que qualquer modelo "keynesiano" de bom-senso aconselharia.
4. Qualquer indicador social poderá constatar que a classe média atravessa cada vez maiores dificuldades em manter o seu nível de vida e de cumprir os seus compromissos quotidianos.
5. O esforço financeiro feito por algumas famílias, em termos de poupança, é ainda fortemente penalizado com a tributação dos juros dos depósitos a prazo, na ordem dos 20%.
6. A taxa líquida da maioria dos depósitos a prazo, nestas condições, é inferior à própria taxa de inflação; o que é inaceitável se quisermos reflectir um pouco.
7. A lei não distingue, noutro aspecto e para efeitos de tributação dos juros de capital poupado, os particulares das próprias empresas, situação que se afigura manifestamente injusta, dada a capacidade financeira diferenciada das pessoas colectivas (exceptuando as grandes fortunas pessoais, excepção que só vem confirmar a regra).
8. Por outro lado, não faz sentido que, quando se trata de um mútuo bancário (por exemplo, um crédito à habitação), além do spread, os bancos aplicam a indexante Euribor; mas quando os papéis se invertem, ou seja, quando se trata de um depósito a prazo (que é um contrato de mútuo em que o sujeito activo é o particular e o sujeito passivo a própria Instituição Financeira), a aplicação de tal Indexante não seja equacionada e aplicada...
9. Não colherá o argumento de que se trata de um serviço prestado pela Instituição Financeira, pois a mesma estaria arredada de poder cumprir o seu objecto social se não tivesse acumulado, a montante, as poupanças dos próprios particulares.
10. Declamou um poeta-deputado da área política de V. Exa.:"É preciso um País!". Quase quarenta anos depois parece que se mantém a actualidade deste alerta... caso queiramos continuar a acreditar que é possível mudar para melhor o nosso País.
Assim, venho, por este meio, pedir a V. Exa. que, nos termos supra exarados, seja colocada à apreciação dos Senhor Deputados (e de preferência com total liberdade de voto, ou seja, não condicionados à disciplina partidária e a uma mera visão fiscalista) uma resolução, com eficácia legal, que, visando o incentivo efectivo à poupança das famílias, à concretização de uma maior justiça social, e à responsabilidade (e moralidade) social das próprias instituições, públicas e privadas, determine, designadamente:
1. A isenção de tributação, em sede de IRS, para poupanças realizadas por particulares, distinguindo-as das empresas; e
2. A aplicação da indexante Euribor aos depósitos a prazo realizados pelos particulares.
Pede deferimento e, na expectativa de prezadas notícias, apresenta os melhores cumprimentos.
________________, ____ de Maio de 2007.
O signatário,
Nome:
Cidadão Nacional n.º
Telefone:
A nova Secretária Regional do Turismo é uma pessoa brilhante que tive a sorte de conhecer pessoalmente e que se chama Conceição Almeida Estudante.

Além de ser uma "lufada de ar fresco" no sector, a sua escolha para liderar o sector económico mais importante da Região Autónoma da Madeira é o justo reconhecimento das suas capacidades pessoais e profissionais.
Se qualquer madeirense que se preze equacionava com algum pessimismo o futuro das suas Ilhas, no que ao Turismo diz respeito, a indicação ontem tornada pública é, efectivamente, um sinal de esperança que convém não desperdiçar.
Oxalá Conceição Estudante se rodeie de pessoas que, mais do que pavonear vaidades pessoais, se empenhem numa causa que é comum e tragam valor acrescentado intelectual ao sector.
Felicidades! São os votos de um Pássaro satisfeito.
Só é uma verdadeira pena que não acompanhem a pasta dos Transportes, as do Ambiente e do Ordenamento do Território...
P.S. - Afinal, uma boa filha à casa torna! Presságio de Pássaro intuitivo...
Um alô muito especial para uma amiga brasileira, locutora de Rádio, Irene Martos, que nesta noite de domingo teve a gentileza de me avisar que o seu programa (das 16h00 às 22h00) "Flash-Back" estava "no ar".
Obrigado pelas deliciosas lembranças musicais!
Aos domingos saberei onde calar meu canto de Pássaro para ouvir o seu.
Clique no título deste post e chegará, logo logo, às deliciosas melodias de Irene!
Um grande abraço, amiga Irene.
P.S. - Como cantou uma vez Vinícius, "quero ver Irene dar sua risada"
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar a sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura se feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direcção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois "Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus."